Não quero mais nada. Nem passado nem futuro. Quero o momento do agora. Ter muitos agoras extraordinários e bebê-los como quem chega a um poço de águas cristalinas depois de oito dias à procura de um oásis no Sahara!
São os momentos que fazem o meu todo. Não é o meu passado, é a minha memória, aquilo quem sou. O meu passado é aquilo porque passei. A minha memória é o que molda a minha personalidade e que com ela está de acordo, aquilo que se encaixa em mim. O meu puzzle de vida.
Momento a momento vou caminhando por aquilo que ainda há pouco era o futuro que eu desconhecia e que agora é mais uma memória de quem eu sou.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
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